sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

A reconciliação, seguidamente a paz

E o presidente do conselho designado pela ordem da SM Mohammed VI. O Khalli Henna Ould Errachid é a porta voz, foi escolhido como presidente deste conselho para os assuntos do sara junto com seus "irmãos" sahraouis. Ele tem por objetivo buscar uma solução aceitável por todos.

Por esse motivo o presidente acordou uma entrevista ao Jornal Alsace; eis o seu conteudo a seguir:

O jornal de Alsace: Que pensam da resolução do Conselho de segurança que satisfaz todas as partes?

Khalli Henna Ould Errachid: Esta resolução satisfaz efetivamente todos porque chama as partes a encontrar uma solução política consensual. Que é a única via possível.

As Nações Unidas, através do relatório Kofi Annan, baseadas nas recomendações do seu enviado especial Peter Van Walsum, concluíram que o plano Baker era inaplicavel e entào o referendo não era possível.


A impasse actual é inaceitável porque ele prejudica o plano humano. Entào isso nào està permitindo uma solução política a nào ser escolha de autonomia.


A O.N.U não pode dizê-lo claramente para não ser acusada de tomar parte, mas é evidente é único meio. A organizaçào està sendo inclinada junto a esta autonomia sob soberania marroquina. Embora as leituras da resolução se diferem, a satisfação expressa é um bom sinal já.

Jornal de Alsace: O Marrocos não alterou orientação para a abordagem desta crise do Sara?

KOE: Sim. Voltando a dar vida ao Corcas, Conselho real consultivo para os negócios sarianos, o rei Mohammed VI quis alterar de política e virar a página do equívoco com o Sahraouis.


A nova política é baseada na reconciliação e a vontade de crer sobre aquelo que Argel diz, saber nomeadamente que Argélia não é receptor, não é implicado, mas està protegindo simplesmente os refugiados que estam sobre o seu solo.


Quero pensar que o presidente Bouteflika é de boa fé e quando as condições se reunirem, a coisa sera diferente - é necessário que os espíritos estejam primeiro calmo e as tensões assim podeimos encontrar terreno propicio.


Agradecerei a Argélia pelo que ela fez para os nossos irmãos, solicitando para que ela nào faze obstáculo junto ao O.N.U e ao Sahraouis. E que ela possa, pelo contrário, nos ajudar como com nós Sahraouis e se entender e encontrar uma solução a este conflito que é por conseguinte um conflito interno do Marrocos, mesmo se isso tem implicações internacionais.


É neste sentido que todos os Sahraouis sào nossos irmãos, porque por exemplo almofadas, que diz que Mohamed Abdelaziz, o presidente do Polisario, possa aceitar a se tornar ou a presidir a futura região autónoma.

Após, certamente, ter aceitado de emprestar a fidelidade a sua MG o Rei Mohammed VI.
Em relaçao a Argélia é um país importante é também irmão. Ele é mais próxima e complementa o Marrocos. Entào é necessário virar a página e começar a construção do Magrebe.

Muita psicologia nào é!

Jornal D' A: Têm contactos com o Polisario? Como era a situação dos refugiados de Tindouf?

KOE: As relações nunca foram escquecidas totalmente, comunicamos, incluindo pelo telefone em árabe.

O Polisario, criado no início dos anos 70 por jovens universitários em Casablanca, é um movimento dogmático, tem um pensamento único, com sistema e direcção única desde 30 anos.
Para chegar ao pragmatismo e aceitar a realidade, é necessário o tempo. Pensamos no modo que pode ajudar na discussão através de palabre que é a base da tradição nomade.

Tudo isso e aquilo está em curso, queremos convencer os membros do Polisario que não têm a se preocupar tudo sera ajeitado sem sofrimento nem malogro, que a sua vontade de antan de fazer parte do Marrocos útil realizarà no ambito do reino. Porque devemos esquecer o passado e repartir.

Jornal D' A: Que dizem as populações locais? no momento, a vossa acção é sobretudo psicológica?

KOE: Sim, a nossa acção actual é mais psicológica que políticos. O rei Mohamed VI encarregou-me de uma missão de reconciliação, uma missão muito nobre baseada na conciliaçàa e virar a pàgina como algo do passado, numa nova visão do novo Marrocos que esforça-se de construir.

Devo fazer-me compartilhar esta vontade real a fim de preparar os espíritos a um acordo. Apresentaremos também ao rei um projecto de autonomia que apoie-se sobre as experiências bem sucedidas dos países ocidentais, que seja na França, na a Espanha, na Grã-Bretanha, na Alemanha ou na Itália.

O Sara inscreve-se na grande intenção do Rei Mohammed VI para inclui-la num guadro macro. Isso visa a gestão do reino graças às suas reformas empresariais e económicas. Graças também à esta enorme novidade que será a descentralização.

As populações locais estão muito contentes de aperceber por último uma luz na extremidade do túnel. Porque ele sabe que eles são cansados deste conflito que durou demasiado e pelas fronteiras que permanecem fechadas.

Vêem que o rei está decidido a resolver estes problemas, e reconhecendo os problemas e também reconhecendo os seus direitos.

Jornal D' A: A paz é para cedo?

KOE: Desde que o Corcas existe, observamos uma melhoria da situação psicológica. Nos campos, a população ouve-nos, vê as emissões na televisão, e està satisfeita da nossa linguagem.
É optimista, não ingénuo, e penso que 2006 será um bom ano para abordar a solução consensual.
Contamos com a população dos campos de Tindouf para alterar as coisas. O Polisario é uma organização politicomilitar que tira o seu poder das suas unidades militares. Tem também o poder da bolsa, distribui a água, o alimento....

Esperamos que a população não quererá mais ser manipulada.

Todos podem cometer, ou cometeram erros, o Polisario e o Marrocos para com o Sahraouis. É necessário reconciliar-se sobre os fatos.

Fontes: http://www.corcas.com/