E o presidente do conselho designado pela ordem da SM Mohammed VI. O Khalli Henna Ould Errachid é a porta voz, foi escolhido como presidente deste conselho para os assuntos do sara junto com seus "irmãos" sahraouis. Ele tem por objetivo buscar uma solução aceitável por todos.Por esse motivo o presidente acordou uma entrevista ao Jornal Alsace; eis o seu conteudo a seguir:
O jornal de Alsace: Que pensam da resolução do Conselho de segurança que satisfaz todas as partes?
Khalli Henna Ould Errachid: Esta resolução satisfaz efetivamente todos porque chama as partes a encontrar uma solução política consensual. Que é a única via possível.
As Nações Unidas, através do relatório Kofi Annan, baseadas nas recomendações do seu enviado especial Peter Van Walsum, concluíram que o plano Baker era inaplicavel e entào o referendo não era possível.
A impasse actual é inaceitável porque ele prejudica o plano humano. Entào isso nào està permitindo uma solução política a nào ser escolha de autonomia.
A O.N.U não pode dizê-lo claramente para não ser acusada de tomar parte, mas é evidente é único meio. A organizaçào està sendo inclinada junto a esta autonomia sob soberania marroquina. Embora as leituras da resolução se diferem, a satisfação expressa é um bom sinal já.
Jornal de Alsace: O Marrocos não alterou orientação para a abordagem desta crise do Sara?
KOE: Sim. Voltando a dar vida ao Corcas, Conselho real consultivo para os negócios sarianos, o rei Mohammed VI quis alterar de política e virar a página do equívoco com o Sahraouis.
A nova política é baseada na reconciliação e a vontade de crer sobre aquelo que Argel diz, saber nomeadamente que Argélia não é receptor, não é implicado, mas està protegindo simplesmente os refugiados que estam sobre o seu solo.
Quero pensar que o presidente Bouteflika é de boa fé e quando as condições se reunirem, a coisa sera diferente - é necessário que os espíritos estejam primeiro calmo e as tensões assim podeimos encontrar terreno propicio.
Agradecerei a Argélia pelo que ela fez para os nossos irmãos, solicitando para que ela nào faze obstáculo junto ao O.N.U e ao Sahraouis. E que ela possa, pelo contrário, nos ajudar como com nós Sahraouis e se entender e encontrar uma solução a este conflito que é por conseguinte um conflito interno do Marrocos, mesmo se isso tem implicações internacionais.
É neste sentido que todos os Sahraouis sào nossos irmãos, porque por exemplo almofadas, que diz que Mohamed Abdelaziz, o presidente do Polisario, possa aceitar a se tornar ou a presidir a futura região autónoma.
Após, certamente, ter aceitado de emprestar a fidelidade a sua MG o Rei Mohammed VI.
Em relaçao a Argélia é um país importante é também irmão. Ele é mais próxima e complementa o Marrocos. Entào é necessário virar a página e começar a construção do Magrebe.
Muita psicologia nào é!
Jornal D' A: Têm contactos com o Polisario? Como era a situação dos refugiados de Tindouf?
KOE: As relações nunca foram escquecidas totalmente, comunicamos, incluindo pelo telefone em árabe.
O Polisario, criado no início dos anos 70 por jovens universitários em Casablanca, é um movimento dogmático, tem um pensamento único, com sistema e direcção única desde 30 anos.
Para chegar ao pragmatismo e aceitar a realidade, é necessário o tempo. Pensamos no modo que pode ajudar na discussão através de palabre que é a base da tradição nomade.
Tudo isso e aquilo está em curso, queremos convencer os membros do Polisario que não têm a se preocupar tudo sera ajeitado sem sofrimento nem malogro, que a sua vontade de antan de fazer parte do Marrocos útil realizarà no ambito do reino. Porque devemos esquecer o passado e repartir.
Jornal D' A: Que dizem as populações locais? no momento, a vossa acção é sobretudo psicológica?
KOE: Sim, a nossa acção actual é mais psicológica que políticos. O rei Mohamed VI encarregou-me de uma missão de reconciliação, uma missão muito nobre baseada na conciliaçàa e virar a pàgina como algo do passado, numa nova visão do novo Marrocos que esforça-se de construir.
Devo fazer-me compartilhar esta vontade real a fim de preparar os espíritos a um acordo. Apresentaremos também ao rei um projecto de autonomia que apoie-se sobre as experiências bem sucedidas dos países ocidentais, que seja na França, na a Espanha, na Grã-Bretanha, na Alemanha ou na Itália.
O Sara inscreve-se na grande intenção do Rei Mohammed VI para inclui-la num guadro macro. Isso visa a gestão do reino graças às suas reformas empresariais e económicas. Graças também à esta enorme novidade que será a descentralização.
As populações locais estão muito contentes de aperceber por último uma luz na extremidade do túnel. Porque ele sabe que eles são cansados deste conflito que durou demasiado e pelas fronteiras que permanecem fechadas.
Vêem que o rei está decidido a resolver estes problemas, e reconhecendo os problemas e também reconhecendo os seus direitos.
Jornal D' A: A paz é para cedo?
KOE: Desde que o Corcas existe, observamos uma melhoria da situação psicológica. Nos campos, a população ouve-nos, vê as emissões na televisão, e està satisfeita da nossa linguagem.
É optimista, não ingénuo, e penso que 2006 será um bom ano para abordar a solução consensual.
Contamos com a população dos campos de Tindouf para alterar as coisas. O Polisario é uma organização politicomilitar que tira o seu poder das suas unidades militares. Tem também o poder da bolsa, distribui a água, o alimento....
Esperamos que a população não quererá mais ser manipulada.
Todos podem cometer, ou cometeram erros, o Polisario e o Marrocos para com o Sahraouis. É necessário reconciliar-se sobre os fatos.
Fontes: http://www.corcas.com/
